15/06/2024

“Dizer que Taques não é um dos protagonistas do PS é injustiça”

Emanuel minimiza adiamento e diz que mesmo que Taques não seja reeleito estará na inauguração

O prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (MDB) negou que o adiamento da entrega das obras do novo Pronto-Socorro da Capital seja uma manobra para evitar que o governador Pedro Taques (PSDB) participe de seu lançamento.

A hipótese foi ventilada assim que o emedebista anunciou o adiamento para abril de 2019.

Emanuel afirmou que a prorrogação se deu por conta de uma série de burocracias na licitação para compra dos equipamentos da unidade. Ele afirmou que mesmo que Taques não seja reeleito, estará na inauguração do hospital por ter sido um dos protagonistas de sua construção.

“Eu jamais faria um papel desses. Em hipótese alguma. Eu queria entregar em oito de abril deste ano. É porque não deu mesmo. É muita burocracia. Eu mostrei para ele [Taques]. Foi jogo aberto, claro, transparente. Jamais vou tirar o mérito do governador. Eu só consegui retomar e fazer graças a ele”, afirmou.

Se não for eleito, seja lá o que acontecer na eleição, vai estar também, porque ele teve papel fundamental
“Se ele for reeleito, vai estar lá ao meu lado entregando a obra mais importante dos últimos 50 anos na Saúde Pública do Estado. Se não for eleito, seja lá o que acontecer na eleição, vai estar também, porque ele teve papel fundamental. Tirar a participação efetiva do governador Pedro Taques como um dos protagonistas do novo Pronto-Socorro é uma injustiça grande”, disse.

O prefeito também alfinetou o deputado federal Fabio Garcia (DEM), que recentemente disse que o ex-prefeito Mauro Mendes (DEM) é o principal responsável pelas obras do Pronto-Socorro de Cuiabá.

Para Emanuel, tanto Taques quanto Mendes tiveram papel importante no andamento das obras do Pronto-Socorro.

Apesar disso, afirmou entender que quem entregar a obra é que terá destaque maior.

“Vamos reparar as injustiças: dizer que o governador não tem responsabilidade nenhuma na obra, pelo amor de Deus. Temos que fazer justiça, independente de questão político-partidária. Essa obra foi lançada em 2015, no primeiro ano de gestão dele. O Mauro já tinha dois aos e meio de gestão. Ele foi realmente quem liderou essa obra”, afirmou.

“O Mauro também tem o valor dele. A obra começou na gestão dele. Atrasado ou não. Ele não conseguiu entregar em dois anos. Isso acontece. Mas o Mauro também teve o mérito dele, de levar até onde conseguiu levar. E agora chegou o escolhido para organizar tudo e entregar em oito de abril do ano que vem. São três personagens que fizeram acontecer. Mas o destaque é para quem entrega”, completou.

 

Fonte: http://www.midianews.com.br

 

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