Apesar do mais novo decreto do governador Mauro Mendes (DEM), o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), afirma que irá manter as decisões tomadas até então, de restringir o funcionamento do comércio e da circulação de apenas 30% da frota do transporte coletivo na Capital.
Na manhã desta quinta (26), o Governo estadual publicou decreto em que consolida as medidas temporárias restritivas às atividades privadas, durante o período de prevenção aos riscos de disseminação do novo coronavírus (Covid-19). Na prática, o Governo Mauro estabeleceu o que deve continuar funcionando ou não em todos os municípios.
Segundo o documento, está liberado, por exemplo, o funcionamento de shoppings centers, lojas de departamento, galerias e congêneres, além de outros estabelecimentos comerciais – garantidas as normas de segurança, prevenção e combate ao coronavírus. Além disso, o transporte municipal deve ser mantido.
No entanto, pouco depois da divulgação do novo decreto, Emanuel emitiu comunicado, garantindo que as medidas que o Palácio Alencastro tomou até então estão mantidas até 5 de abril (podendo ser prorrogada), apesar da decisão do Mauro.
“O vírus não circula. Quem circula são as pessoas. Por isso, cuidar da sua saúde, cuidar das pessoas é tão fundamental. Cuiabá não pode sucumbir. Nesse momento não há atividade econômica que prevaleça à vida. A economia será recuperada, em um esforço conjunto, mas os munícipes merecem ações firmes e assertivas em defesa do cidadão. Primeiro cuidamos da população, depois recuperamos a economia”, afirmou o prefeito.
Ainda segundo a nota, a decisão de continuar com as restrições no comércio e no transporte, por mais drásticas que possam parecer inicialmente, seguem protocolo da Organização Mundial da Saúde e diretrizes técnicas de especialistas, inclusive do Ministério da Saúde.
Emanuel Pinheiro
Na manhã de hoje, ao anunciar o novo decreto, Mauro criticou a “paralisia” das atividades econômicas. Diz que nesse momento, é necessário medir a “dose do remédio” contra o coronavírus, para que a situação não piore, diante do fechamento de empresas e perdas de emprego.
Além disso, explicou que o decreto determina que caso os prefeitos queiram adotar ações mais restritivas, terão que apresentar “fundamentação técnico-científica que justifique a providência no âmbito local”.
A decisão de Emanuel deve gera nova polêmica entre o prefeito e o governador. No domingo, o Estado conseguiu na Justiça a determinação de que 30% da frota de ônibus na Capital funcione.
Confira as principais medidas de cada decreto:
Até o momento, foram seis decretos com diversas ações aplicadas a partir das deliberações do Comitê de Enfrentamento, criado por Emanuel.
Fonte: https://www.rdnews.com.br/coronavirus/prefeito-nao-segue-decreto-e-comercio-e-transporte-seguem-restritos-na-capital/126027
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