(por Marisa Batalha/O Bom da Notícia)
Já há tempos que o ex-governador democrata, Júlio Campos, vem se mostrando descontente com os rumos de sua sigla. Em particular, com a fusão entre o DEM e PSL, que fez surgir o União Brasil. Sob o argumento que esta decisão foi tomada de forma monocrática pelo presidente nacional do DEM, Antônio Carlos Magalhães Neto, ao não abrir diálogo com os filiados mais antigos. Assim, sem nenhum consulta às bases.
“Democracia tem que ter consulta. O Antônio Carlos Magalhães Neto[mais conhecido como ACM Neto] nunca mandou um comunicado para nós fundadores do Democratas, para saber se concordava, foi um gesto pessoal, da sua cúpula”, afirmou.
Nesta última segunda-feira (31), em conversa com jornalistas, o cacique democrata voltou a mostrar sua insatisfação, após a entrega da reforma do Estádio Presidente Eurico Gaspar Dutra, em Cuiabá. Quando, inclusive, não descartou a possibilidade de migrar para outra sigla partidária, ao apontar que tem até abril para trocar de legenda. Ao se referir à janela partidária que se abre no dia 3 de março e vai até 2 de abril.
Chegando mesmo a não esconder sua preocupação com as eleições proporcionais[deputados estaduais e federais], ao voltar a admitir sua intenção de disputar uma das 24 cadeiras da Assembleia Legislativa e apontando a dificuldade – em nível de captação de votos -, com a nova legenda. Já que a fusão, conforme Campos, dificultará a disputa interna. “No DEM estava como pré-candidato, mas com o União Brasil, eu não sei nem se vou ficar filiado. Eu estudo me filiar a outro partido e preparar meu nome para uma disputa à Assembleia Legislativa. Tudo está ainda em conversação. Vamos aguardar para decidir qualquer coisa”, disse.
As novas regras para as eleições proporcionais – de acordo com o Art. 106 do Código Eleitoral -, determina que o quociente eleitoral será realizado, dividindo-se o número de votos válidos apurados pelo de lugares a preencher, em cada circunscrição eleitoral, desprezada a fração se igual ou inferior a meio, equivalente a um, se superior.
Por exemplo, se em uma eleição para deputado federal, o número de votos válidos de um estado for igual a 500 mil e o número de vagas na Câmara Federal daquele estado for 5, o quociente eleitoral será de 100 mil votos para eleição de cada deputado. Ou seja, para cada 100 mil votos, o partido ou coligação terá direito a mais uma vaga, que sempre será preenchida pelo candidato mais votado, até o limite de cadeiras que o estado tem.
Agora quando se trata de escolher a sigla partidária, o ex-governador não ‘se faz de rogado’, ao revelar, brincando, ‘quem não quer Júlio Campos filiado?’ Apontando que já teria recebido vários convites.
“Estudo me filiar a outro partido e preparar meu nome para uma disputa à Assembleia. Mas tudo está em conversação. Convite temos bastante, de vários partidos. Mas, por enquanto, estou no DEM e vou aguardar o que vai ocorrer daqui pra frente”.
Evitando não adiantar em qual legenda poderá escpçher para migrar. “Sou um político que transito bem com todos os segmentos. Não tenho nenhuma má-querência, nenhum adversário, nenhuma raiva, Vou escolher o partido que melhor se adapte à minha ideologia política”, ainda revela Júlio Campos.
Fonte: https://www.obomdanoticia.com.br/politica/cacique-democrata-mostra-insatisfacao-com-uniao-brasil-e-admite-concorrer-a-al-por-outra-legenda/158002
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